quinta-feira, agosto 27, 2015

Flores de papel de Campo Maior - Festas do Povo





No ultimo fim se semana fomos até ao Alentejo com o intuito de ver as ruas floridas de Campo Maior. A viagem é longa principalmente depois de um dia de trabalho, mas lá pelas 23 horas chegamos ao nosso local de pernoita, a casa de turismo rural – Monte dos Pensamentos. O local é agradável e sossegado e a piscina bastante convidativa.

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Com informação de que a água da piscina estava a 23º, tomei logo a decisão de nessa mesma noite experimentar um mergulhos e umas braçadas ao luar … um espetáculo.

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No dia seguinte, fomos até Elvas e como de Elvas não conseguíamos ver Badajoz, apesar da informação da canção do Paco Bandeira “Ó Elvas, ó Elvas … Badajoz à vista …”, resolvemos dar um salto a Badajoz.

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Depois de um almoço/picnic tardio ao lado da piscina no Monte dos Pensamentos, fomos até à barragem do Caia onde os amantes da vela e outros desportos semelhantes aproveitavam o vento forte que se fazia sentir no local.

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Ao fim do dia, fomos até Campo Maior. Uns quilómetros antes já existiam carros estacionados na berma da estrada. No entanto e como sabia que existiam parques de estacionamento públicos fui andando até mais perto da povoação. Os primeiros parques que encontrei estavam lotados ou perto disso e distavam uns quilómetros do centro. Continuei em direção a Campo Maior, encontrei uns parques bem situados e com poucos carros mas não eram gratuitos. Depois, um policia, informou-me que do lado norte existia um parque gratuito com muitos lugares livres. Estacionei a 50 metros da entrada. Voltamos a picnicar as sobras do almoço e depois fomos ver as famosas flores de papel.

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As ruas estavam deslumbrantes. O trabalho feito pelos moradores de cada rua era de uma beleza incontável e singular. Saiamos de uma rua e entravamos na outra, todas diferentes e igualmente bonitas. Lá fui com de tripé e a maquina fotográfica com a lente 16-28 da Tokina. O compromisso de ver o número máximo de ruas floridas e o tempo de exposição necessário para fotografias noturnas sem flash nem sempre resultou. Passadas cerca de 2 horas resolvemos regressar, pois no dia seguintes tínhamos previsto nova visita.

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No dia seguinte regressamos a Campo Maior, como é visitante experiente fui diretamente para o parque em que tinha estado no dia anterior e estacionei mais uma vez perto da entrada. De dia as ruas ainda eram mais deslumbrantes. Procuramos ver ruas diferentes das do dia anterior e a qualidade manteve-se. Campo Maior estava transformado num imenso jardim florido. Desta vez só carreguei com a maquina e a pequena lente NIKON 50mm 1.4. Passadas 3 horas resolvemos iniciar o regresso a casa que felizmente correu sem problemas apesar de ao aproximarmo-nos do litoral começar a chover.

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Cumprimentos,
António Vieira
2015-08-23

sexta-feira, agosto 21, 2015

Bispo-de-coroa-amarela





O bispo-de-coroa-amarela tem uma plumagem de um amarelo vivo que deixa qualquer um maravilhado. Quando, no ano passado, vi pela primeira vez uma ave destas pensei que se tratava de qualquer canário fugido de uma gaiola. Primeiro porque têm um voo rápido e depois são muito irrequietos.
Depois de uma observação mais atenta verifiquei que esta pequena ave era da família dos tecelões.

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Na realidade, trata-se de uma espécie de origem africana, que terá sido introduzida no nosso país no final da década de 1980, não sendo por isso de estranhar que não figure em muitos guias de campo.

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As partes inferiores são pretas e as asas acastanhadas, contrastando com o amarelo vivo. As fêmeas parecem pardais com uma lista creme na zona da cabeça. Os machos perdem esta aparência majestosa fora da zona de acasalamento ficando parecidos com as fêmeas.

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Cumprimentos,
António Vieira
2015-08-21

terça-feira, junho 30, 2015

Salzburgo




Salzburgo - Diário de Viagem
A viagem de Sirmione até Salzburgo tinha uma duração estimada de 5 horas, mas demoramos quase umas 8. A autoestrada fica num vale, ao lado de um rio, entre duas filas de montanhas. A paisagem é magnifica.
Fizemos uma paragem em Trento, ainda do lado de Itália, mas a localidade não me deslumbrou, apesar do rio e das montanhas.
A passagem pela fronteira quase não se notou. Na saída da última portagem Italiana estava um polícia a olhar para os carros e na fronteira não vi qualquer polícia quer Italiano quer Austríaco. Fizemos uma paragem logo na primeira estação de serviço Austríaca para almoçar e adquirir a vinheta que nos permite andar de carro nas estradas austríacas (dá para 7 dias e custa cerca de 8 euros).
Seguimos depois viagem até Salzburgo. Perto da saída da Autoestrada, o meu GPS começou a perder o sinal. Provavelmente devido à trovoada. Como não tinha meio alternativo de navegação as falhas de sinal eram problemáticas, até porque começou a chover e as indicações estavam todas em alemão. Para aumentar o stress, o dono do apartamento telefonou-nos a dizer que estava à nossa espera, pois tínhamos dado como indicação que a nossa hora de chegada era perto das 18h00 e faltavam alguns minutos. A cerca de 1 km do local de saída da autoestrada o sinal de GPS voltou e levou-nos direitinho ao apartamento.
O dono do apartamento era muito simpático, falava um inglês percetível e tinha preparado um dossier com os locais a visitar, a localização dos supermercados e restaurantes das redondezas, os números de emergência ... e até nos disponibilizou o numero do seu telemóvel para qualquer necessidade que tivéssemos. Felizmente não foi preciso.

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O dia seguinte estava fantástico logo de manhã. A chuva tinha desaparecido e dado lugar a um dia de sol.
Fomos a pé até ao centro histórico de Salzburgo. Passamos o rio, e fomos até à praça de Mozart onde fica o posto de turismo. Depois cruzamos novamente o rio agora pela ponte Mozart.
Em Salzburgo foi rodado o filme "Musica no Coração" (Sound of Music).
Depois fomos até ao Palácio de Leopoldskron que dista uns quilómetros do centro. Demos a volta ao lago do Palacio, actualmente convertido em hotel. Regressamos ao apartamento.
Da parte da tarde fomos visitar o Palácio de Mirabell e os seus belos jardins floridos. Depois subimos ao Castelo da Fortaleza de Hohensalzburg num comboio elétrico tipo elevador. De cima do castelo a paisagem sobre Salzburgo é deslumbrante.
Descemos e vagueamos pelo centro histórico antes de regressarmos ao apartamento.

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Neste novo dia de sol, saímos de carro até ao Palácio Hellbrunn. Começamos por uma visita aos deslumbrantes jardins e depois fizemos o percurso guiado pelas fontes do jardim. O dono do palácio gostava de fazer travessuras aos seus amigos e convidados, pelo que armadilhou as respetivas fontes. Quando menos se esperava lá vinha um chuveiro de água. Se nos desviávamos do da esquerda, vinha outro da direita ... ou de cima ... ou de baixo.

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Depois partimos para uma visita aos lagos. Começamos pelo lago Mondsee e depois fomos ao Attersee.

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Ainda fomos ver o lago Wolfgangsee.
Depois regressamos pois a viagem no dia seguinte ia ser longa.
A viagem de regresso durou quase 8 horas, com as necessárias paragens para descanso e almoço. Ainda na Áustria o trânsito da autoestrada foi todo desviado para uma zona de lazer para inspeção. Na zona de laser existia uma zona para camiões e outra para carros ligeiros. No meu caso nem me fizeram parar. Deveriam estar, entre outras coisas, a controlar quem tinha a vinheta de circulação. Já na viagem para Salzburgo, existiu um desvio semelhante mas só para os camiões.
Chegamos cedo ao aeroporto e a parte que me estava a preocupar mais, que era o local onde entregar o carro de aluguer, não foi tão difícil e demorado como esperava.
O avião veio saiu com atraso de 1 hora e por isso a espera no aeroporto foi dura, mas a viagem no Gaio (avião da Portugália) para Portugal decorrer sem problemas.

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Salzburgo

Salzburgo (em alemão: Salzburg; literalmente em alemão, "Fortaleza de Sal") é uma cidade da Áustria localizada às margens do Rio Salzach, localizada no centro-oeste do país, próximo a fronteira do país com o estado alemão da Bavária. É a capital do estado homónimo e conta com 146 631 habitantes (20144 ), sendo a quarta maior cidade da Áustria, após Viena, Graz e Linz. Salzburgo é uma cidade estatutária (Statutarstadt), ou seja, possui estatuto de distrito e se estende por cerca de 66 km². O centro histórico de Salzburgo é Património Mundial da UNESCO desde 1996.
É famosa em todo o mundo por ser a cidade natal de Mozart.


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Cumprimentos,
António Vieira
2015-06-28

segunda-feira, junho 29, 2015

Veneza




Veneza - Diário de Viagem

De acordo com o plano de férias, tivemos 2 dias para desfrutar a beleza de Veneza.
No primeiro dia, saímos com algum atraso, mais uma vez devido ao carro de aluguer. A viagem de Sirmione a Veneza dura cerca de hora e meia numa autoestrada apinhada de camiões. Quando chegamos a Veneza e como já tínhamos estabelecido (a preparação das viagens é sempre muito importante) fomos direitos a um silo auto, situado na ilha de Tronchetto (Venezia Tronchetto Parking). São 21€ por dia, mas é um descanso. Na saída existe possibilidade de adquirir um mapa (1€) e de adquirir o bilhete para o Vaporetto (Venice Vaporetto Routes). O Vaporetto é o transporte público da Lagoa de Veneza. Este bilhete pode ser adquirido viagem a viagem, ou para 24 horas e sem limite de viagens. Optamos pela última solução, ou seja mais 20€. A ilha do Tronchetto fica num dos estremos da Lagoa, pelo que fomos de barco até San Marco, ou seja atravessamos todo o Grande Canal que passa pelo meio de Veneza. Sensacional. Para tudo é usado o barco como meio de transporte. Transportar os bens essenciais, o lixo, as mercadorias, o correio, os materiais e os equipamentos para as obras, a ambulância, ... tudo, mas mesmo tudo é transportado pela água. Então da parte da manhã o transito nos canais chega a ser caótico, com barcos de mercadorias, barcos táxis, barcos de turismo, o Vaporetto ... e as Gôndolas.

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Chegados a San Marco, e depois de uma pequena visita, resolvemos ir até à ilha de Burano. Mais uma hora de viagem de barco, pois o Vaporetto, como transporte público, pára em todas "as estações e apeadeiros".
Burano, para além dos bordados e dos cristais é conhecido pelas suas casas às cores. O efeito é muito bonito. Há quem chame a Aveiro a Veneza de Portugal ... não encontrei qualquer semelhança ... com algum esforço, posso admitir que a rua do canal que dá para a Praça do Peixe em Aveiro, é semelhante às ruas de Burano.

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A meio da tarde regressamos a San Marco.
Resolvemos vaguear pelas ruas, pontes e canais de Veneza em direção à ponte do Rialto. De lá, apanhamos um Vaporetto e fomos até ao silo auto, pois esperava-nos mais uma hora e meia de viagem até Sirmione.

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No segundo dia, resolvemos passar a manhã em Verona. Fizemos inicialmente uma viagem turística no comboinho (Comboio Turístico). Depois fomos à procura da casa de Julieta (do filme de Romeu e Julieta). É uma casa cheia de romantismo, com muitos desenhos de corações nas pareces, cadeados e a casa com a respetiva varanda. Não fui visitar a casa, pois fiquei cá fora para tirar uma fotografia á minha Julieta quando veio à varanda. De seguida fomos em direção ao rio, atravessamos para a outra margem e percorremos as margens até à ponte que dá para o castelo. Regressamos ao centro de Verona e depois do almoço, fomos até Veneza.

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Chegados a Veneza, voltamos a usar o silo auto. Desta vez não adquirimos o bilhete de 24 horas para o Vaporetto e optamos pela aquisição viagem a viagem. Fomos novamente pelo Canal Central até San Marco.
Depois fomos dar uma volta de Gôndola pelos canais de Veneza (120€). É dispendiosa esta viagem mas dá-nos uma visão diferente dos canais, do trânsito e das casas. Atualmente, praticamente todos os rés-do-chão dos prédios de Veneza não são habitados. Muitos deles estão desabitados e há muito tempo. De acordo com o gondoleiro, a água na altura das marés vivas chega a subir um metro e meio, sendo que o nível médio da água tem vindo a subir ao longo dos últimos anos.
A navegação nos estreitos canais é complicada, apesar dos sentidos proibidos, dos espelhos nos cruzamentos mais complicados e da sinalética sonora. Comparem com o trânsito numa qualquer rua de um centro histórico. Há viaturas tradicionais (gôndolas), há táxis, há viaturas particulares. Por norma em Veneza, todas as casas têm duas frentes, uma para terra e outra para a água.
As gôndolas são conduzidas com um único remo (nada de motores). O gondoleiro vai na num dos lados da ré do barco, pelo que o equilíbrio da Gôndola é um fator importante para a sua condução. É ele que define o local onde as pessoas se vão sentar. A meio da viagem resolvi deixar o meu lugar e ir para um banco na proa, de modo a poder tirar umas fotografias de outro ângulo. De imediato ele me indicou o lado em que deveria estar sentado e quando chegou a uma parte mais complicada com curvas e cruzamentos cheios de trânsito, pediu-me para regressar ao meu lugar.
Eles também têm de se baixar em algumas pontes e usam as paredes dos prédios para direcionar o barco.

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Terminada a viagem de Gôndola, fomos até á praça de San Marco e voltamos a vaguear pelas ruas e pontes de Veneza em direção à praça do Roma, passando pela ponte do Rialto.

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Veneza

Veneza (em italiano: Venezia) é uma cidade e comuna italiana da região do Vêneto, província de Veneza no nordeste de Itália. Tem cerca de 271 009 habitantes e é conhecida pela sua história, canais, museus e monumentos. A comuna de Veneza estende-se por uma área de 412 km², incluindo as ilhas de Murano, Burano e outras na lagoa de Veneza, tendo uma densidade populacional de 646 hab/km². Faz fronteira com Campagna Lupia, Cavallino-Treporti, Chioggia, Jesolo, Marcon, Martellago, Mira, Mogliano Veneto (TV), Musile di Piave, Quarto d'Altino, Scorzè, Spinea. A parte de Veneza em terra firme é a fracção comunal de Mestre.
A cidade foi formada num arquipélago da laguna de Veneza, no golfo de Veneza, no noroeste do mar Adriático.
Por mais de um milénio, foi capital da Sereníssima República de Veneza, cujo território, no ano da sua queda (1797), incluía grande parte do nordeste da atual Itália e da costa oriental da península, bem como das ilhas do Adriático. Tornou-se uma potência comercial a partir do século X, quando sua frota já era uma das maiores da Europa. Foi uma das cidades mais importantes da Europa, com uma história rica e complexa e um império de influência mundial comandado pelos doges, os líderes da cidade. Como cidade comercial, tinha várias feitorias (Stato da Mar), como o Senhorio de Negroponte e a cidade de Dirráquio (atual Durrës), assim como ilhas inteiras: Creta, Rodes, Cefalônia e Zante, por exemplo, e controlava várias rotas comerciais no Levante. O historiador Fernand Braudel classificou Veneza como a primeira capital económica do capitalismo.
O patrono da cidade é São Marcos (festa em 25 de abril). A festa do povo do Véneto é celebrada em 25 de Março, data da fundação da cidade.
É classificada como Património da Humanidade pela UNESCO. Dos muitos monumentos e locais turísticos existentes, destacam-se a imponente Basílica de São Marcos, na adjacente Praça de São Marcos, a famosa Ponte de Rialto sobre o Grande Canal, construída em 1588 segundo projeto de Antonio da Ponte, a Ca' d'Oro e numerosas igrejas e museus.


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Burano

Burano situa-se na lagoa de Veneza, e tal como a sua vizinha sete quilómetros mais a sul, Veneza, é na realidade uma localidade constituída por várias ilhas pequenas ligadas por pontes entre si. Localizada cerca de Torcello no extremo norte da Lagoa, é conhecida pelos seus cristais e trabalho em renda.

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Verona

Verona é uma cidade italiana da região do Vêneto, com cerca de 256 110 habitantes. Estende-se por uma área de 206,63 km², tendo uma densidade populacional de 1 182 hab/km². Faz fronteira com Bussolengo, Buttapietra, Castel d'Azzano, Grezzana, Mezzane di Sotto, Negrar, Pescantina, Roverè Veronese, San Giovanni Lupatoto, San Martino Buon Albergo, San Mauro di Saline, San Pietro in Cariano, Sommacampagna, Sona, Tregnago, Villafranca di Verona.
É banhada pelo rio Adige e está há uns 30 quilômetros do Lago de Garda.
Verona é um dos locais onde se passa a história da peça Romeu e Julieta escrita por William Shakespeare. No centro da cidade existe uma vila onde, pelo que conta a história, Julieta morava. Este é um grande marco da cidade, que recebe a fama de cidade dos namorados, atraindo centenas de turistas.


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António Vieira
2015-06-28

domingo, junho 28, 2015

Lago Garda




Lago Garda - Diário de Viagem

Chegados do aeroporto de Milão (Milano como lhe chamam), ficamos nos primeiros dias num apartamento em Punta Gró, Sirmione. Nesse dia à noite demos uma volta pelo castelo de Sirmione. Não consegui grandes fotos apesar de ter carregado com o tripé. Ainda tentei algumas longas exposições apanhando um cisne que estava a descansar numa pedra perto da margem do lago, mas não consegui nenhuma foto dentro do que esperava. A pedra aparece sempre um pouco desfocada. Provavelmente precisava de mais tempo para acertar as configurações da máquina.

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No dia seguinte o projeto era dar a volta ao lago. Mas devido a problemas com o carro alugado a viagem ficou muito condicionada. Saímos muito tarde, para quem se levantou às 6 de manhã e tivemos de acelerar o regresso. A volta ao lago são cerca de 160 Km uma boa parte por túneis. Fizemos várias paragens nas povoações ao longo da margem do lago e todas elas são espetaculares, quer pela sua beleza natural, quer pela vista para o lago.

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Há noite fomos visitar Peschiera del Garda que também tem uma fortaleza. Aqui já não carreguei com o tripé, mas usei os muros para as maiores exposições.

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Lago di Garda

O Lago di Garda é o maior lago italiano, tem cerca de 370 km² de superfície e ocupa parte de três regiões do norte italiano: Lombardia, Veneto e Trentino-Alto Adige. Está em média cerca de 65 metros acima do nível do mar e é alimentado por 25 afluentes, sendo o principal o rio Sarca. Atualmente quase toda a alimentação é controlada pelo homem através de barragens, o que faz com que a mesma água permaneça no lago por cerca de 26,8 anos.

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Sirmione

Sirmione é uma comuna localizado numa península que divide a parte baixa do Lago de Garda. Tem traços de ocupação humana datados do 5º milénio antes de Cristo e tornou-se importante centro urbano no tempo dos romanos (séc. 1 a.C). A partir do século V, tornou-se área fortificada e de comércio controlado entre Verona e Brescia. Entre 1277 e 1278 foi construído o Castelo Scaligero, hoje cartão postal da cidade. Em 1405 a cidade passou a ser controlada pela República de Veneza.

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Peschiera del Garda

Peschiera del Garda é uma comuna italiana da região do Vêneto, província de Verona, com cerca de 8.479 habitantes. A fortaleza e as muralhas da ilha do século XVI ainda estão visíveis na cidade, lembrando o tempo em que a Áustria controlava a região.

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Cumprimentos,
António Vieira
2015-06-28