image

ToVieira

desenhar com luz e sombra

popular photos

Loading...
.
A fotografia é a arte de desenhar com luz e sombras. A criatividade só acontece quando o fotógrafo ao pegar na sua máquina, esta se transforma numa extensão de si mesmo.

my last ones

Loading...
.

Percursos Pedestres de Vouzela para o ano de 2012


Viva,

Como o prometido é devido, aqui fica a informação sobre os percursos pedestres organizados pelo Posto de Turismo do Município de Vouzela (www.cm-vouzela.pt).

Podem ver com pequeno video com fotos que tirei no decurso dos percursos pedestres de Vouzela.






Desta vez, os percursos têm um cariz temático, de modo a proporcionar mais informação específica sobre os temas a abordar.
24 de Março
PR4-Trilho de Penoita
Tema: Aromas/Cogumelos e ervas aromáticas

21 de Abril
PR5-Caminho de S. Miguel do Mato

19 de Maio
PR2-Um olhar sobre o mundo rural
Tema: Loendro

16 de Junho
PR6-Trilho Medieval
Tema: Workshop Fotografia

14 de Julho
PR7-Percurso das Poldras
Tema: Biodiversidade Ribeirinha


29 de Julho
PR1-N.Sr.ª do Castelo
Tema: Doçaria Regional

4 de Agosto, Festas do Castelo
Inauguração do PR8

25 de Agosto
IX-Marcha Noturna
Tema: Astronomia

15 de Setembro
Percurso de Interpretação do Zela
Tema: Biodiversidade Ribeirinha

11 de Novembro
PR4-Trilho da Penoita
Tema:Magusto


Cumprimentos,
António Vieira
2012-01-31

V Ciclo de Fotografia de Vouzela


Viva,

Mais uma vez, tive a honra de ver 3 das minhas fotos, obtidas no decurso dos percursos pedestres de Vouzela, premiadas no concurso V Ciclo de Fotografia de Vouzela.

Deixo-vos também o desafio de este ano desfrutarem das belas paisagens de Vouzela, cuidar da vossa saúde e concorrerem também a este concurso … agora que as troikas estão na moda, aqui fica uma troika fantástica … beleza, saúde e fotografia …


Nota:
Podem ver no sitio da Câmara de Vouzela informação sobre este concurso.

As fotografias vão estar em exposição no Museu Municipal de 28 de Janeiro a 29 de Fevereiro.


Cumprimentos,
António Vieira
2012-01-31


É quase impossível apreciar um pôr-do-sol sem sonhar


É quase impossível apreciar um pôr-do-sol sem sonhar … Observar a serenidade das águas da ria onde se espelham as suas embarcações … ver os esvoaçar das aves a cruzar o horizonte à procura de um local para pernoitar … lembrarmo-nos que temos de ser humildes, pois, até o sol com toda a sua grandeza se põe e deixa a lua brilhar …
Mas, … também é tão belo é o sol quando se ergue … mais glorioso que um sonho … será mais belo o nascer ou o pôr-do-sol? … as águas continuam serenas … os barcos espelhados … as nossas sombras continuam a ficar para trás quando lhe viramos o rosto … e devemos lembrar-nos que não devemos ficar tristes quando fizermos algo de belo e nobre … pois o sol toda a manhã faz um lindo espetáculo e a maioria da plateia ainda dorme …
António Vieira
2011-10-04

Arte Xávega

A Arte Xávega é um tipo de pesca que se encontra em vias de extinção.
Atualmente, na costa Portuguesa, são muito poucas as pessoas que se dedicam a esta faina e nestes casos, as juntas de bois foram substituídas pelos tratores e a força dos braços sobre os remos, pelos motores.


O regresso da faina
É um tipo de pesca de arrasto em que o barco sai de terra. É empurrado por tratores pela praia abaixo até que entra na água. Deixa uma das pontas da rede em terra, atualmente ligada a um trator, e saí para o mar navegando contra a rebentação com perícia e mestria. Atualmente, a força dos braços nas remadas, foi substituída por motores adaptados aos barcos tradicionais. Passada a rebentação, embrenha-se pelo mar dentro até quase se perder de vista, largado lentamente as redes na esperança que elas se encham de peixe. Regressa depois à praia, cruzando novamente a zona de rebentação, até a areia o parar. Depois é rebocado, por outros tratores, para o cimo da praia e longe do mar, enquanto a outra ponta da rede começa a ser puxada por um trator (já não há juntas de bois como antigamente).
Aqui começa a técnica do arrasto. As duas pontas da rede são lentamente puxadas até que a rede e o seu saco são arrastados até à praia, cercando os cardumes de peixe que encontram pelo caminho e a esperança de um "BOM LANÇO".

o peixe
Mas a faina não termina aqui … ainda existem muitas tarefas para realizar até que o barco esteja novamente preparado para nova faina.
Alguns dedicam-se à separação das diferentes espécies de peixe capturadas e à sua colocação em caixas preparadas para seguirem para a lota, por entre algumas dezenas de populares.

as redes
Outros dedicam-se à colocação das redes no barco. Este é um processo que tem que ser muito cuidadoso pois, depois já no mar, a rede tem que ser deitada ao mar sem se enrodilhar e de forma a que toda ela se abra.
Outros dedicam-se ao trabalho meticuloso das pequenas reparações das redes.
Para os pescadores desta arte há duas épocas no ano: - de Novembro a Março, altura em que os homens ficam em terra a preparar as redes com a sua própria técnica e se dedicam a outras atividades (como a agricultura, construção civil e outros tipos de pesca); - de Abril a Outubro, quando se juntam cerca de 15 homens, alguns dos quais vão ao mar (normalmente 8), enquanto outros ficam em terra a estender as redes para o próximo lanço, a escolher o peixe do lanço anterior, entre outras tarefas.
Este tipo de pesca depende do tempo, das marés e da afluência do peixe. Em ocasiões de abundância, a sua atuação não costuma exceder 4 a 5 lanços diários no verão e 1 a 2 lanços no inverno.
A utilização de novos mecanismos, tais como os tratores e os motores a bordo, para facilitar a árdua tarefa de puxar as redes, está a levar á perda de algum tipicismo da arte Xávega.
O termo xávega deriva do árabe xabaka, que significa rede. O termo xávega é usado tanto para definir rede para a pesca de arrasto como o próprio barco (de fundo chato) que transporta a rede para o lanço. A denominação de Artes de Xávega é por isso usada para se referir ao ofício da pesca de cerco de arrasto para terra de forma tradicional.

Gaivotas em voo



A crise também chegou às gaivotas ... a luta por um peixe é renhida ...


Cumprimentos,
António Vieira
2011-08-31

Flamingos na UA



Pois é, uma família de flamingos tem aparecido nas imediações da Universidade de Aveiro (rua da pega).

É evidente que não é o grande bando que anda pelas zonas da Murtosa (e que alguém me telefona só para dizer que o está a ver …), nem o bando da quinta da Testada (que um determinado pescador vê todos os fins de semana … mas que não me convida …), mas sim uma família de flamingos cujos filhos vêm estudar para a Universidade e que já anda à procura de casa … São poucos, mas de qualidade …

Ainda não consegui descobrir para que curso é que vão ... mas se eles aparecerem novamente e tiver mais um pouco de tempo para os fotografar (desta vez fugiram logo assustados por uma mota) ainda vou descobrir ...

Vê-se bem que é uma família que ainda não está bem dentro do espírito de trabalho académico, pois fugiram logo para banhos de sol no meio da ria ... logo que os veja tenho de avisa-los que aqui é necessário trabalhar ...

Cumprimentos,
António Vieira
2011-08-30

Relas


... Cabeça mais larga que comprida, com focinho curto e arredondado. Os seus olhos são proeminentes, com pupila horizontal arredondada e íris dourada. Extremidades anteriores e posteriores compridas, com quatro e cinco dedos, respectivamente. Membranas interdigitais relativamente bem desenvolvidas nas patas posteriores. Pele do dorso muito brilhante, sem verrugas e a sua coloração é normalmente verde vivo. Apresentam tipicamente uma banda lateral escura que começa no focinho, atravessa o olho e se prolonga pelo flanco, curvando para cima na região lombar e estendendo-se pela zona interna do membro posterior, formando uma espécie de escudo ... são mesmo muito lindos ... e fotogénicos ...

António Vieira
2011-06-16

Paisagens nocturnas


Viva,

Esta série de fotografias a que chamei de “Paisagens nocturnas”, foram obtidas nos terrenos anexos à Casa Madressilva em Vouzela.
A técnica é colocar a máquina em longa exposição e depois com um foco ou até mesmo um flash externo ir pintando a cena.

É evidente que isto é mais complicado do que pode parecer inicialmente. A primeira dificuldade é que temos de nos deslocar pelo campo à noite, com a máquina, um tripé, um disparador, um foco, … Depois, escolher os melhores enquadramentos e focar não é fácil pois está tudo escuro … o que fiz foi iluminar a cena com o foco e depois desligar a focagem automática. Também não é fácil controlar o tempo de exposição para que a foto não fique demasiado escura ou demasiado clara … isto do “demasiado” depende de cada um … Depois é necessário ir pintando com luz os objectos da cena que pretendemos destacar … e controlar a quantidade de luz … e seleccionar os objectos … nesta série optei por destacar os caminhos, as árvores e as casas …

António Vieira
2011-06-05